terça-feira, 30 de maio de 2017

terça-feira, 7 de março de 2017

terça-feira, 19 de abril de 2016

Todo dia, é dia de Índio!

Em abril além e ser o mês da literatura infantil, muitas escolas e centros culturais optam em trabalhar paralelamente o mês do índio como uma extensão ao “Dia do Índio” comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, quando as várias lideranças indígenas discutiram seus direitos, em um encontro marcante. 
 Lideranças indígenas participaram do planejamento da gestão 2015-18.
(Foto Ilustrativa: Diego Gurgel/Secom)
Embora muitas nações indígenas, critiquem o “Dia do Índio”, (porque já dizia Jorge Ben e Baby Consuelo “Todo dia era e ainda é dia de índio”), a data continua a ser lembrada e celebrada e muitas vezes uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula e diversos centros culturais, através de narrações de histórias e apresentações teatrais que colocam o índio como um ser a parte da sociedade ocidental. Em casa com as famílias não é muito diferente, a maioria das vezes os estereótipos e preconceitos são reforçados pela própria família, que apresenta uma visão genérica do que é ser índio.  

Início
 Uma fonte de pesquisa muito bacana para trabalhar a cultura indígena com as crianças é o Site “Povos indígenas do Brasil Mirim”, que apresenta mapas, fotos e vídeos de várias nações indígenas. A plataforma digital também tem jogos e brincadeiras que ajudam aprender forma divertida.
Um dos meus vídeos prediletos do site é a animação Pajerama, em que um índio é pego numa torrente de experiências estranhas e aos poucos é possível perceber como as transformações urbanas, silenciaram os espaços e culturas indígenas presentes na cidade de São Paulo, sobretudo no bairro Sumaré.
Vale a pena assistir, um dos meus alunos de 4 anos assistindo o vídeo chegou a seguinte conclusão: “Nossa, Mafu... Eu sei o que aconteceu nesse filme, tudo que era árvore na nossa cidade se transformou em prédio, a grama virou asfalto e os animais viraram as motos e os carros, muito triste, né?”

Então fica a dica além dos "Povos Indigenas do Brasil Mirim", é possível encontrar mais informações no site "Povos Indígenas no Brasil"  que apresenta um mapa com todas as nações indígenas brasileiras.

Povos Indígenas Mirim: http://pibmirim.socioambiental.org

Povos Indígenas do Brasil: http://pib.socioambiental.org/pt

domingo, 29 de novembro de 2015

Chave da Leitura: O Ursinho Apavorado

"O Ursinho Apavorado é um livro da Cia das Letrinhas, de autoria de Keith Faulkner e Jonathan Lambert.  As dobraduras enormes em todas as páginas,  saltam e fazem com que a historia se torne especialmente emocionante. A aventura vivida pelo ursinho dessa história começa quando ele acorda assustado no meio da noite. Ouviu um barulho horrível. O que será? Um leão faminto? Um gorilão furioso? Um elefante? Um rinoceronte? O ursinho está morrendo de medo. Mas e o papai urso? Por que é que não aparece para socorrer o seu filhinho?"

Assista o vídeo para saber como termina a aventura!




Leio esse livro porque... Por Mafuane Oliveira 

“Iniciei meus projetos de mediação de leitura e narração de histórias com o público  pré-adolescentes e adultos, confesso que a primeira vez que precisei planejar atividades regulares de leitura para as crianças 1 e 2 anos, me senti muito desafiada e um pouco desesperada por trabalhar com crianças tão pequenas. Era preciso estar atenta ao tom de voz, ao olhar e perceber todo aquele universo que não era traduzido em palavras, mas através de cada gesto corporal.

Eu estava morrendo de medo, mas as crianças... Ah, as crianças ... Como elas nos ensinam... Crianças são seres benevolentes e ávidas por conhecimento... Mesmo que você seja um adulto atrapalhado, se preparar algo com carinho e não subestima-las (nunca, jamais!), as crianças sempre surpreendem,  nos alimentam com aquele olharzinho curioso e um sorriso sincero!   

‘O Ursinho Apavorado’ foi uma das primeiras leituras que fiz para crianças menores de 2 anos. Adoro ler e reler esse livro e vivenciar sempre aquela sensação de... ‘Será que eles vão gostar?’ ”

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

VIDA DE PROFESSORA...VIDA DE PROFESSOR...


Emoticon heart

POR MADALENA FREIRE


Vida de professora/professor não é fácil... É empreitada cotidiana, batalha a cada aula. Onde a gente a cada dia se pergunta:
- Que diabo estou fazendo aqui?
- Não vou dar conta! É demais para mim!
- Não tem jeito, ele não vai aprender!?
- O que me falta? Será que é comigo? A incompetente sou eu?...
As respostas não vêem de cara. Elas pernoitam horas que deveriam ser de sono, mas que se tornam desassossego pela escuridão da noite... Contudo, no clarão do dia surge uma saída, e lá vamos nós, correndo atrás, esperançosos... A cada aula damos um passo, um escorregão, vontade de desistir, de fugir, de não se acreditar capaz.
Mas a cada nova aula uma batalha conquistada... aprender não é fácil, de cara! Aprender exige disponibilidade, vontade, desejo, abertura para enfrentar os “não sei”, os “é difícil”... Gente só aprende a partir do que faz sentido e significado, a partir do que sabe, a partir da própria experiência. Por isso que ensinar é tão difícil! Pois cada aluno é um, com sua impressão digital mostrando que é o único exemplar na face da terra. Por isso mesmo tem que ser acolhido, respeitado pelo que é e não pela imagem idealizada que posso vir a ter dele.
Gente só aprende por amor e por ódio, jamais na indiferença... gente cria e vive tecendo relações vinculos para poder assim, aprender e ensinar; sempre dentro de um grupo, junto com muitos.
Ser gente “é ser junto”, como nos diz Paulo Freire. É viver com, ensinar com, fazer com, aprender com.
Por isso, a matéria prima do educador, de nós que ensinamos, é a pessoa humana. É um exagero, uma redundância falar em pessoa humana, porque não existe pessoa que não é humana. Mas no mundo de hoje, mais do que nuncasefaz urgente e necessário resgatar esta aprendizagem de se tornar Humano... Nesse mundo descartável em que gente virou coisa, embruteceu-se, perdeu-se, na sua essência vital, sagrada de ser GENTE. A matéria da educação, do educador, é a pessoa humana que conhece, aprende junto com os outros.
O conhecimento é LUZ, que quando sintonizado com a luz, desejos e sonhos de cada um (e de todos) transforma-se, encarna-se em vagalumes, estrelas constelantes, que iluminam irradiando reverberando energias para a mudança, crescimento de muitas vidas. A vida e o conhecimento devem ser sempre celebrados, glorificados. A vida, este único presente que nos é dado de graça como GRAÇA a ser assumida.
Por isso, a cada dia, ao entrar em cena em sala de aula, estamos renovando nossos votos de fé, na luz do conhecimento e do ouro reluzente em cada um de nossos alunos. E ao mesmo tempo, também, agradecendo à vida, por tudo que tem nos possibilitado construir em nossas guerras cotidianas... E a luta sempre continua... sempre vale a pena! Na grandeza dessa profissão, desse profissional; vagalume, estrela constelante de energia, luz e conhecimento.
Parabéns para todas as educadoras e educadores! 

Nossa singela homenagem... 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Árvore Chaveiroeiro!

Hoje é Dia da Árvore! 
Essa data foi criada com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância das árvores para o meio ambiente e melhoria da qualidade de vida; e promover projetos de plantio de mudas de árvore, visando aumentar a arborização, principalmente nos grandes centros urbanos.


Fotografia: Diana Gabriel

Então hoje gostaria de homenagear essa linda árvore tão importante para o Chaveiroeiro. Minha grande amiga que me abriga nos momentos de narração histórias, brincadeiras, rodas de conversa... 
È um privilégio contemplar e desfrutar dessa beleza em São Paulo, coração da Selva de Pedra. Nas entrelinhas do caos da cidade, meu querido Ypê Branco me ajuda educar, viver histórias e semear muito, muito, muito amor... 
Gratidão pela sombra, pelas folhas e flores!

Com Amor,  
Mafuane

#SampaNasEntrelinhasDoCaos
#DiaDaArvore
#ArvoreChaveiroeiro

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

FLICT - 1ª Festa Literária de Cidade Tiradentes

De 11 a 19 de setembro, acontecerá a 1ªFesta Literária de Cidade Tiradentes (FLICT), com em espaços culturais, escolas, feiras livres, parques, praças e no terminal de ônibus local. Inteiramente gratuita, a programação terá mais de 70 atividades, incluindo encontros com escritores, contação de histórias, debates, exibição de filmes, oficinas, mediação de leitura, apresentações musicais e um seminário especial sobre literatura negra.

Tula Pilar, participa do debate na programação da Vida em Versos


O Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes (CFCCT) abrigará 25 atividades da Festa Literária, incluindo a abertura, no dia 11 de setembro, com a participação de escritores, cordelistas, repentistas, articuladores culturais e autoridades municipais. O local também promoverá o 1º Seminário de Literatura Negra, com palestras sobre a vida e obra da maranhense Maria Firmina dos Reis e do baiano Luís Gama, pioneiros da literatura negra no Brasil.


A Festa Literária também ocupará outros equipamentos públicos do bairro Cidade Tiradentes, como Centro Cultural Arte em Construção do Instituto Pombas Urbanas, Centros Educacionais Unificados (CEUs), unidades educacionais municipais, Centros para Juventude (CJ), CCAs (Centros para Crianças e Adolescentes), Casa de Cultura, Fábrica de Cultura, MOCUTI (Movimento Cultural da Cidade Tiradentes), além das bibliotecas públicas e comunitárias.
Escritor Sergio Vaz, participa do encontro com autor no dia 18/09.
Na programação do Centro de Formação Cultural, também se destacam os encontros com autores importantes da literatura brasileira contemporânea (Luiz Ruffato, Ferréz, André Vianco, Sérgio Vaz, Heloisa Prieto, Illan Brenman, Rodrigo Ciríaco, Claudia Canto, Dario Neto, Patrícia Candido, Tula Pilar, Eduardo de Assis Duarte, Miriam Alves, Esmeralda, Ligia Ferreira, Cuti, entre outros). A Cia Chaveiroeiro, de narração de histórias, também vai compor a programação com um belo conto narrado por Mafuane Oliveira e Vinicius Medrado.
Narração de Histórias com Vinicius Medrado e Mafuane da Cia Chaveiroeiro
No local, haverá, ainda, debates sobre literatura periférica, LGBT, protagonismo literário do jovem e da mulher; feira de troca de livros e a apresentação do Coro Cidade Tiradentes, abrindo um debate em homenagem ao escritor Mário de Andrade no dia 18 de setembro.


Para conferir a programação completa visite o site do evento: http://cfccidadetiradentes.wix.com/flict


SERVIÇO:
1° Festa Literária de Cidade Tiradentes (FLICT)

Quando: De 11 a 19 de setembro (Cia Chaveiroeiro dia 15/09)
Classificação: livre
Entrada franca